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Já se passaram mais de quatro anos desde sua morte, e mais de 30 anos desde que ele se aposentou como CEO da Cummins, mas o legado de J. Irwin Miller vive na Cummins.

Nas instalações da Cummins em todo o globo, bem como em salas de conferências e até mesmo na sala do conselho executivo, suas palavras sobre a diversidade ainda são destaque.

"Caráter, habilidade e inteligência não são atributos ligados a sexo, tampouco a sotaques ou raças, tampouco a níveis de escolaridade mais altos", escreveu Miller, que se aposentou em 1977 após liderar a empresa por cerca de 40 anos.

"Quando nos deixamos levar por este tipo de preconceitos irracionais, somos os maiores prejudicados e acabamos garantindo nosso fracasso na competição com pessoas mais abertas e menos tendenciosas", concluiu.

Miller foi um dos primeiros defensores apaixonados da diversidade. Ele também serviu como o primeiro presidente leigo do Conselho Nacional de Igrejas, de 1960 a 1963, enquanto também era líder da Cummins.

Sob sua liderança, o Conselho assumiu várias iniciativas arriscadas a favor dos direitos civis e copatrocinou a marcha histórica do Dr. Martin Luther King em 1963 para Washington.

"Eu acredito que não exista nenhuma área da vida que não deva ser regida por princípios cristãos", Miller disse uma vez. "O cristianismo deve falar com líderes sindicais, líderes empresariais, políticos, médicos, advogados e banqueiros."

O ex-presidente e CEO, Tim Solso, trabalhou com Miller e diz que ele teve uma grande influência na sua vida e carreira. Solso manteve a paixão de Miller pela diversidade durante seu tempo como CEO.

Não é surpresa que, sob o mandato de Solso, a empresa estabeleceu seis importantes valores corporativos: Responsabilidade corporativa, Integridade, Inovação, Apresentação de resultados superiores, Envolvimento global e Diversidade.


A Cummins se compromete a "respeitar as perspectivas diferentes de todas as pessoas e aceitá-las com dignidade e respeito".